sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ela parou os passos por apenas meio segundo e não se virou para respondê-lo. Não verbalmente. Licxarpis esticou o braço para cima e apontou sua frente um pouco acima, indicando a casa da árvore, escondida entre as copas frondosas do lugar.

Após isso um portal a engoliu. Esperava que ele a seguisse.

Continuava a mesma coisa de sempre, com as mesmas coisas de sempre. A única coisa que mudou é que ela não passava mais tanto tempo lá, como sempre.
E isso dava para perceber, exatamente pela falta de mudança no ambiente.
Uma cabana feita de tábuas de madeira grossa, havia alguns móveis com gavetas, duas camas bem arrumadas e um pato de pelúcia rasgado no chão, além de um urso surrado em cima d euma das camas.
Duas janelas e uma porta.

Ela estava sentada em uma das camas, arrancou um bom punhado do algodão que 'recheava' o urso de pelúcia e o colocou de lado, enfiando a mão no rasgo das costas dele enquanto procurava pela tal pedra. Quando tirou a mão, esticou o braço e a abriu, mostrando a pedra azul.

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